1969–1978: Antes do microchip
A AMD foi criada como uma empresa que desenvolvia suas próprias soluções e projetos proprietários, mas também licenciava e construía chips baseados na tecnologia de outras empresas.
1978–1990: Uma festa de 16 bits com um desvio de 8 bits
A AMD obteve licença para produzir hardware construído de acordo com a especificação x86, incluindo direitos de produzir hardware 286 e derivado do 286.
1991–1996: A era dos 32 bits
O lançamento do Windows® 3.0 em 1990 deu início a uma nova era na computação desktop. O Windows 3.0 e o 3.11 brilhavam em um 386, e o Am386DX da AMD foi um enorme sucesso. Nos anos seguintes, vieram os projetos dos microprocessadores Am486DX, Am486® e K5. Em 1996, a AMD adquiriu a NexGen e seus projetos de CPU, inclusive a CPU Nexgen NX686 para o Soquete 7.
1997–1999: A família K6
Lançado em 1997, o processador AMD-K6 oferecia um desempenho competitivo em aplicativos de negócios e para desktop sem engasgar no cálculo de ponto flutuante – um componente essencial dos jogos e de algumas tarefas de multimídia. Em seguida veio o processador AMD-K6®-2, que acrescentou suporte para instruções SIMD (Single Instruction Multiple Data) e passou para uma forma avançada do Soquete 7 original, agora chamada Super Soquete 7. Esse novo formato acrescentava suporte para um FSB de 100 MHz e mantinha o padrão de plataforma que estava envelhecendo padrão com outros projetos. O AMD-K6-2 400 reutilizou um ajuste de um multiplicador obsoleto, permitindo que ele operasse a 400 MHz mesmo em placas-mãe mais antigas. Por fim, o AMD-K6-3 acrescentou ao núcleo do K6-2 256 KB de cache L2 incorporado à pastilha, o que resultou em um aumento significativo da performance.
1999–2003: Chega o processador AMD Athlon™
O processador AMD-K7 (posteriormente conhecido como AMD Athlon™) era diferente de tudo o que a AMD já tinha criado. Para substituir a única unidade de FPU sem pipeline do AMD-K6, a AMD criou uma FPU com vários pipelines, capaz de executar várias instruções de ponto flutuante em paralelo. A AMD foi a primeira a lançar no mercado um processador de 1 GHz e o primeiro fabricante a produzir processadores dessa velocidade para desktop em grande volume. As gerações posteriores introduziram o cache L2 incorporado com o mesmo clock do processador. As instruções SSE vieram com o processador AMD Athlon XP, e a AMD tornou-se o primeiro fabricante de processadores de uso geral a suportar a memória DDR, no terceiro trimestre de 2000. Em 2001 veio o lançamento dos chipsets 760MP/760MPX, e a AMD mais uma vez oferecia uma solução para servidor com múltiplos processadores altamente competitiva e de preço atraente, na forma do processador AMD Athlon MP.
2003–presente: A era AMD64
AMD64 é o nome que a AMD deu à extensão de 64 bits da arquitetura x86. O valor de um processador com um caminho de dados mais largo (8, 16, 32, 64 bits) está no fato de que ele aumenta a quantidade de dados que pode ser manipulada e processada dentro da CPU durante um único ciclo. Entretanto, a tecnologia atual da AMD de oitava geração é mais do que apenas uma extensão de 64 bits. Quando comparados com o processador AMD Athlon™ XP de sétima geração ou outras soluções da concorrência, os processadores AMD Athlon 64 e AMD Opteron™ oferecem alta performance, graças à adição do suporte ao SSE2 e de um controlador de memória integrado. O processador AMD Athlon 64 também utiliza a tecnologia HyperTransport™, uma arquitetura de barramento de ponto a ponto que a AMD desenvolveu e licencia por meio do HyperTransport Technology Consortium.
Por que precisamos de processadores de 64 bits
O lançamento do Windows® XP Professional x64 Edition vai impulsionar a adoção dos 64 bits. Mas o pleno potencial de um sistema de 64 bits pode não ser reconhecido por alguns anos. Quando o mercado mudou de 16 para 32 bits, isso levou quase uma década. Só agora estamos começando a ver software que tira proveito da computação de 64 bits. Em um futuro não muito distante, os processadores de 64 bits terão se disseminado de tal forma que os desenvolvedores de jogos e aplicativos e os fabricantes de sistemas operacionais criarão um produto que não usará apenas um sistema de 64 bits para aprimoramentos, mas aproveitará seus recursos como parte fundamental do produto final. A tecnologia AMD64 faz isso.